terça-feira, 10 de junho de 2008

Uma simples opção

Se uma lâmpada fluorescente economiza 85% de energia, por que ainda utilizamos incandescentes?

Por que se ela produz entre 50 e 100 lumens por watt contra cerca de 15 lumens da lâmpada "normal"?

Qual a razão se as fluorescentes duram, no mínimo, 10 mil horas - podendo chegar a 20-, enquanto as incandescentes têm sua durabilidade em torno de mil horas?

A resposta às perguntas poderia ser o preço - cerca de 8 vezes mais caras. Porém, se pensarmos na durabilidade, na eficácia, na economia, ela acaba saindo muito mais barato. É bastante óbvio quando as informações são apresentadas.
Penso, então, que o problema é a falta de conhecimento, mais uma vez.
Acabo de ler na Casa Cláudia deste mês que o consumo das lâmpadas fluorescentes no Brasil já chega a 50%. Muito bom, mas e os outros 50%?

*** Para quem for trocar, é bom lembrar que uma lâmpada fluorescente de 15 watts produz a mesma quantidade de luz que uma lâmpada incandescente de 60 watts.

*** Lumens é a quantidade de luz que a lâmpada emite, uma unidade de fluxo luminoso.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Fraldas descartáveis ou de pano? Eis a questão.

"Alguém conhece uma fralda biodegradável??? Não seria o caso de voltarmos para as de tecido? Estou falando sério!"

Este comentário à postagem "Você sabe..." me fez lembrar do programa "Um lar de deperdício" (No waste like home, título original), uma produção inglesa que atualmente está fora da programação do GNT.
A apresentadora, Penney Poizer, visita uma casa onde o desperdício é berrante e propõe metas para redução nos gastos de maneira geral, ensinando e dando dicas.
Em um dos programas, o problema da fralda descartável foi mostrado, como sempre, da maneira mais dramática. Os donos da casa foram chamados ao jardim, onde um caminhão despejou o equivalente ao uso em um mês, se não me engano, de fraldas. Imaginem uma caçamba cheia de fraldas na sua porta.
Depois, Penney fez o casal cavar um buraco e aterrar as fraldas usadas em um dia para demonstrar o que acontece depois que nos descartamos delas. Ou seja, aquelas coisinhas lindas e perfumadas vão parar sob nossos pés e ali permanecem por - pasmem! - 450 anos!
Pesquisando (santo Google!) , descobri que a fralda biodegradável já foi inventada - em 1991, na Austrália. O problema é que só chegou aos Estados Unidos em 2006, custando 14 dólares o pacote com 32 (o equivalente à 40 fraldas normais). Por aqui parece não estar disponível. Seu tempo de decomposição é um ano.

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No programa, Penney propõe o uso de fraldas de tecido no dia-a-dia, utilizando as descartáveis somente em determinadas ocasiões. E quando usá-las, retirar os "resíduos sólidos" e jogá-los no vaso sanitário. Só depois, o destino é o lixo.
É um assunto pouco discutido ainda, mas realmente acredito ser necessário sua divulgação. Ou melhor, sua divulgação com muita informação, porque a barreira a ser quebrada deve ser grande.
Poderia dar mais informações sobre a questão das fraldas de pano X fraldas descartáveis, mas em minha pesquisa, encontrei este blog interessantíssimo (vou até colocar um link para ele aqui ao lado). Todas as perguntas que gostaria de fazer sobre o assunto estão lá.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Problema?

"Problema é aquilo que tem solução. Deficiência é deficiência. Enquanto não houver o domínio das células-tronco ou de alguma outra tecnologia, não tem como 'consertá-la' (a filha Luísa). Ora, o que não tem solução não é problema." (Do BlogTalk)

Precisa dizer mais alguma coisa?
Problema quem causa é a gente.
Visitar o blog é aprender, só isso.
Simples.

sábado, 5 de abril de 2008

Você sabe...

... quanto tempo um toco de cigarro demora para decompor-se?
Lamentáveis 10 anos.

domingo, 16 de março de 2008

Depende de cada um

Um velho índio descreveu, certa vez, seus conflitos internos:
"Dentro de mim existem dois cachorros: um deles é cruel e mau, o outro e muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando..."
Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu:
"Aquele que eu alimentar".


Uma versão interessante para o livre arbítrio.